Fiquei imaginando como seria minha vida se não tivesse as pernas, e como eu faço pouco proveito delas trabalhando sentado o dia todo. Refleti sobre o que deve passar pela cabeça de quem só pensa em levar vantagem na vida, chegando ao ponto de utilizar a única vaga que possui espaço suficiente para retirar a cadeira de rodas do carro. Essa pessoa não vê que ela já leva vantagem em ter as pernas?
Percebi que deficiente somos nós, que nos privámos de fazer coisas de que somos capazes impondo limitações que não existem em muitos casos. No curso de Engenharia de Produção aprendi que eficiência é fazer o máximo com o mínimo de recursos possíveis, portanto quem supera essas dificuldades todos os dias não é deficiente, e sim um super eficiente.
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