segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Facebook e outras redes, os dois lados da mesma moeda.

Você usa o Facebook ou outra rede social? Então vai gostar desse texto.



Estou fazendo uma pesquisa para elaborar a apostila de um curso de Web design que vou dar aula como voluntário em um projeto social mês que vem. Essa pesquisa, além de me mostrar que estou ficando velho, me fez lembrar de quando a internet começou a se popularizar na década de 90. Naquela época o bacana era entrar em salas de bate-papo, a conexão ainda era privilégio de poucos além de ser limitada aos 56Kbps da linha telefônica.
Hoje em dia o computador já não é mais artigo de luxo, e quase todas as classes sociais tem condições de acessar a internet, nem que seja por Lan-Houses comunitárias, e a banda larga, que em nosso país ainda é lenta, permite o compartilhamento de qualquer tipo de material. Isso fez com que pessoas comuns se tornassem provedoras de conteúdo para outras formas de mídia, como a TV.
Atualmente redes sociais como o Orkut e Facebook são a "curtição" dos internautas que adoram "compartilhar" seu cotidiano com os amigos. Porém as vezes se esquecem que ao colocar seu material na Web, ele se torna publico e praticamente impossível de se retirar de circulação. Mas não é tão ruim assim, se você ver casos de revoltas sociais recentes, como a que ocorreu no Egito, as redes sociais foram fundamentais para que o mundo todo soubesse de informações que de outra forma seriam impossíveis.
Meus irmãos me mostraram o vídeo de um rapaz que se expressa com cartazes, o quão fútil é ter perfil no Facebook. Ele fala um monte de verdades, mas em pouco tempo uma garota publicou um vídeo nos mesmos moldes em resposta, onde ela fala dos benefícios. É o "Cara" e a "Coroa" (se bem que a garota é novinha ainda rs) da moeda Facebook, duas opiniões diferentes sobre uma ferramenta de alcance global.
De certa forma o mesmo ocorria com os outros meios de comunicação, sou eu que devo escolher a forma como usarei cada um. Na TV eu posso assistir um documentário ou um jornal sensacionalista. Na banca de jornal posso comprar uma revista técnica ou uma de esportes. A diferença é que nestes meios não havia interação como nas redes sociais, onde eu devo estabelecer minha censura, e como um editor de revista decidir o que é legal publicar e o que pode me trazer complicações.
Abaixo estão os dois vídeos que comentei, assista-os:




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